760 milhões de dinheiros. Esse é o valor oferecido por um time do esporte chamado futebol, para comprar o direito de ter um determinado humano em seu elenco.
O que é um esporte? É uma atividade que exercita nosso corpo e que, se praticada em conjunto ou em comparação, pode levar à competição. Queremos saber quem é o melhor em determinada disputa, quem demonstra ter as habilidades necessárias para ser vitorioso na disputa.
Então, no caso do jogador da foto, o objetivo é correr pelo campo, com ou sem o objeto bola, desviando de adversários. O último adversário geralmente se chama "goleiro". A este é permitido o toque de mãos na bola para impedir que ela entre em determinado espaço, coisa que nenhum outro pode fazer. Cada time tem direito a um goleiro.
São as regras básicas deste esporte coletivo. Dentro das funções de cada humano no jogo, uns conseguem faze-las com mais facilidade que outros. Os que se destacam são os que costumam chegar mais facilmente em seus objetivos, dando, no final de tudo, a vitória aos times e bandeiras que representam.
Por isso, ter seu nome relacionado à vitória pode ser muito lucrativo. Uma marca que patrocina esse time também recebe "por tabela" a percepção de vitória. Quantos não pagariam por isso? E quantos milhões também se identificam com o humano que joga com mais habilidade que os outros, com o time vitorioso ou com a marca que o patrocina e que está estampada nas camisas, pra lembrarmos dela sem perceber?
Logo, este atleta que exercita seu corpo e consegue vencer pela sua habilidade, é recompensado de várias maneiras. No caso do nosso brasileiro de penteados criativos eque representa times de outras localidades muito longe de sua origem tupiniquim, ele consegue levar com sua imagem vitoriosa o mesmo conceito para times e marcas.
Se você não consegue levar uma marca a ter esta condição de vitória, esqueça. Não será bem recompensado financeiramente pelas organizações.
Mas, no que você se considera vitorioso e habilidoso? Qual é seu momento "gol lindo"?
Será que, descobrindo isso, a vida não se enche de recompensas? E melhor: recompensas vindas não de uma organização, mas de si mesmo e dos que usufruem do benefício do seu gol de placa.
Creio que, assim sendo, há vitória para todos. O gol não tem goleiros, no campo não há adversários, apenas colaboradores para a jogada perfeita de correr, se exercitar e chutar. Não existe quem se coloque como bloqueio. Ninguém quer impedi-lo de chegar até o final do campo. Todos torcem por você.
Nestas condições, nosso passe é valioso para nós mesmos e, por isso, valorizamos o passe de cada um também.
Eles te reconhecem merecedor de um salário baixo? E você? Como se reconhece? Está mesmo jogando no time certo e defendendo a marca que acredita?
Corra, faça o seu gol e recompense-se!
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